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04-07-2008
EDP Renováveis | Analistas do banco francês cortam em 7% estimativa para o enterprise value
BNP Paribas pessimista com renováveis europeias
Os ventos não correm de feição para os investidores em energias renováveis. A EDP Renováveis é um exemplo. Desde a entrada em bolsa, os títulos já desvalorizaram 12,63%, face ao preço de colocação de oito euros. As perdas potenciais para os investidores que tenham subscrito o número máximo de acções, é de 282,80 euros. E nem a entrada no PSI-20 fez a caravela da cotação navegar por águas mais favoráveis. Desde que entrou no índice de referência nacional, a 1 de Julho, a EDPR já perdeu 4,90%. Por seu turno o PSI-20 também não viveu dias felizes, com um desmoronamento de 3% no mesmo período. O índice do sector, o S&P Global Clean Energy, não escapou aos tempos difíceis. Desde o início do ano já perdeu 28% e, em Julho, acumula uma desvalorização superior a 5%.

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Estratégia | Visão quantitativa e fundamental
Análise quantitativa do Citi positiva para o mercado nacional
Bolsa portuguesa tem bons resultados nos modelos quantitativos do Citigroup, mas o Santander continua a recomendar “cautela”.
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Opinião - Jorge Ramos
Summer markets
O primeiro semestre de 2008 encerra com as Bolsas de rastos. No caso americano, os principais índices estão no limiar da fatídica linha que os especialistas definem tecnicamente como um bear market: uma queda de 20% dos seus máximos.

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Distinção | Investor Relations & Governance Awards 2008, uma iniciativa da Deloitte, “Semanário Económico” e “Diário Económico”
BPI, Galp, CMVM e António Mexia foram os grandes vencedores da noite
O Convento do Beato foi mais uma vez o palco da distinção do rigor e da excelência na actuação de mercado em 2008. A CMVM foi distinguida com um novo prémio.

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Investir | Estratégias para limitar as perdas num bear market
Kit de emergência para sobreviver à queda livre dos mercados
Os investidores portugueses ainda não tinham recuperado dos hematomas das quedas sofridas nas últimas semanas quando foram golpeados em cheio por novas perdas. Esta semana, o índice PSI-20 tombou mais de 7%. Para muitos deles a cura para as quedas das últimas sessões será difícil mas o “Semanário Económico” com a ajuda de alguns especialistas propõe-lhe algumas “mezinhas” que podem servir para contrariar o vermelho do mercado em situações futuras.
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Dívida
Subida de juros à vista
Os mercados reagem por antecipação. Isso mesmo voltou a ser visível no mercado europeu de dívida pública. A expectativa em relação à subida da taxa de juro de referência do BCE esta quinta-feira (numa tentativa de acalmar as pressões inflacionistas) levou a que os preços das bunds alemãs tivessem caído durante quatro sessões seguidas. A grande dúvida que se levanta é saber se até ao final do ano, deverão ocorrer novas subidas.

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Câmbios
Bolsas reflectem economia...
A bolsa portuguesa registou esta semana um crash com a maioria dos títulos a serem oferecidos a “qualquer preço”, numa clara ausência de compradores. A aversão ao risco, motivada por preços das mercadorias sucessivamente mais altos, inflação em alta e taxas de juro a subir, forte crise de crédito e baixa produtividade, tem estado a provocar uma fuga a toda a pressa dos hedge funds das bolsas consideradas periféricas. Ainda que com menor dimensão, as quedas são generalizadas.
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Acções em destaque - Nacional
Galp contraria e sobe mais de 4%
Numa semana negra na praça lisboeta, as acções da Galp lideraram as subidas com ganhos superiores a 4%. Para tal contribuíram recomendações favoráveis atribuídas esta semana. A Merrill Lynch integrou a Galp na sua lista de acções favoritas na Europa, denominada “Europe1”, enquanto a Lehman Brothers subiu a anterior recomendação, de “underweight” para “equal weight”, argumentando que as acções apresentam um potencial de subida de 21%.
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Acções em destaque - Internacional
General Motors tomba 13%
Parece impossível mas os analistas da Merrill Lynch acham que não. Os especialistas da casa de investimento afirmam esta semana que a situação financeira da maior construtora de automóveis dos Estados Unidos é de tal forma grave que um cenário de falência não está descartado. Os analistas da Merrill Lynch estimam que a GM necessite de 15 mil milhões de dólares para equilibrar a sua situação financeira. Como consequência, os títulos da GM tombaram 13% entre 26 de Junho e 2 de Julho. No mês, as acções perdem 42%.
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Índice em destaque
Nasdaq com visão negativa
A resistência em 2.050 pontos travou a trajectória ascendente do Nasdaq e foi o ponto de partida para a forte correcção nos últimos dias. O panorama de curto prazo é desanimador, mas só até ao reencontro com a tendência ascendente de longo prazo (TAlp), nível que deverá dar início a um movimento de alta no curto prazo. Além da tendência, o índice tem ainda um importante suporte nas imediações de 1.730 pontos. Caso se confirme este cenário, a principal resistência voltará a ser os 2.050 pontos.
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Acções em destaque
Portucel com suporte nos 1,88 euros
A Portucel registou uma tremenda queda nas últimas sessões e já se encontra a ser negociada abaixo do nível psicológico de dois euros. O espaço para que prolongue o movimento de baixa é reduzido, pois este papel encontra um suporte em 1,88 euros e também já está próxima da sua tendência ascendente de longo prazo (TAlp). Uma recuperação terá um primeiro obstáculo na tendência descendente de curto prazo (TAcp) e, caso este nível seja superado, na tendência descendente de médio prazo (TDmp).

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